segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

George Stinney

George Stinney ( (21 de outubro de 1929 – 16 de junho de 1944), foi julgado, condenado e executado em apenas 83 dias após o assassinato de Betty June Binnicker, 11, e Mary Emma Thames, 7. Mais tarde, verificou-se que uma barra de ferro, arma do crime, pesava mais de vinte libras (9,07 kg) e que era altamente improvável que Stinney, um garoto de apenas 43 quilos, fosse capaz de erguer esse peso ainda mais para golpear e matar as duas meninas.

Departamento de Arquivos e História da Carolina do Sul/Reuters

Em 16 de junho de 1944, George Stinney foi executado no complexo correcional de Columbia (Carolina do Sul). Às 19:30 da tarde, Stinney caminhou até a cadeira elétrica com a bíblia debaixo do braço.

Em 17 de dezembro de 2014, 70 anos depois de sua execução, a justiça reconsiderou o caso, por meio da juíza Carmen Mullins, que anulou a condenação de George Stinney, inocentando-o do crime.

Ele foi a pessoa mais jovem a enfrentar a execução, no Estados Unidos no século XX. Sob as leis da Carolina do Sul, todas as pessoas com idade superior a 14 anos eram e ainda são tratados como um adulto. 

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Bostanaro

Bolsonaro comporta-se como se estivesse falando piadinhas pesadas - tão rechaçadas hoje em dia - num bar. Um apolítico com  vibe de "garotão escrotão",  com um monte de seguidores... Claro, um exemplo de honestidade para uns 70 mil e mais, um respondão que tem ideias "fantásticas" como a do requisito obrigatório para estupradores de tratamento químico (hail!). Que jamais pedirá desculpas a ninguém. Um verdadeiro herói nacional que emerge da suja política brasileira de mãos limpas e cara lavada: que venha a tortura, que volte a ditadura. E todos seguem aplaudindo eufóricos a aberração política, da mesa do bar.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Sei...

Então, divagando, 'todo mundo' (universo masculino e feminino) concorda agora que mulheres que usam roupas que "mostram o corpo" não merecem ser 'estupradas', né? Cartazes "não mereço ser estuprada" a parte,  criticar pode ainda? "Vai pra onde com essa saia curta?" "E esse decote aí?" "Sensualizando de noite?" "Vulgar demais sair assim, eu não uso..." Só observo, porque a realidade me parece outra.